American Academy é a revolução no jeito de pensar educação na América Latina

O potencial da mudança que tanto se espera começa quando a educação ganha o espaço que ela merece. Afinal, o papel da educação é transformar pessoas e torna-las capazes de transformar o mundo. Ao olhar para o cenário que a educação brasileira vive hoje, onde o ensino é totalmente tecnicista, focando no desenvolvimento de profissionais especialistas em uma única área de conhecimento, não se vê autonomia para gerar mudanças.

Ao perceber isso, a PUCPR viu que era hora de agir. Mas para tal, foi preciso mexer em estruturas enraizadas, rever os moldes e buscar parcerias que ajudassem nesse reposicionamento. Ao ver que o Brasil não performa bem nos rankings internacionais de educação, eles foram buscar em países que obtiveram sucesso e o que descobriram fundou a base na nova proposta.

“Uma das diferenças mais significativas que encontramos é exatamente o modelo de ensino. Enquanto aqui é bem tecnicista, os Estados Unidos aplicam um modelo de formação em ‘T’, onde nos primeiros anos os estudantes têm disciplinas de todas as áreas do conhecimento, focadas no desenvolvimento das ‘soft skills’ e só depois, já mais maduros e conscientes, escolhem o direcionamento de curso e carreira para a formação específica”, afirma Vivian Escorsin, gerente de captação do American Academy.

E o que é o American Academy?

Bom, ao observar isso, era preciso montar um plano diferente de tudo que já existia na universidade. Para isso, eles fecharam parceria com a Kent State University e fundaram o American Academy. O programa oferece dois anos de aulas totalmente em inglês com professores americanos para alunos aprovados em um processo seletivo exclusivo, nada de vestibular por aqui. Nesse caso, quando aprovado, o aluno se matricula simultaneamente na PUCPR e na Kent State.

Quanto ao conteúdo, é realmente inovador.

“A grade curricular dos primeiros dois anos inclui disciplinas de diversas áreas do conhecimento que compõem uma formação superior ampla e humanística, voltada para o desenvolvimento de competências do século XXI, como pesquisa e análise de dados, pensamento crítico, criatividade, comunicação oral e escrita, alfabetização numérica e de dados, trabalho em equipe, resolução de problemas, entre outros”, comenta o diretor do American Academy, Paulo Mussi.

Campus da Kent State University

O formato das disciplinas é modular, ou seja, serão 3 semanas de aulas de cada disciplina (começo, meio e fim), combinado com diversas atividades extracurriculares. No período de aulas, enquanto o professor americano estiver por aqui, a Galvão vai identificar a locação ideal para a melhor estadia na cidade.

E assim que o aluno concluir os 64 créditos das disciplinas do American Academy, o estudante recebe um Associate of Sciences Degree, um diploma de ensino superior norte-americano, emitido pela Kent State University e só então opta tanto pelo curso que quer fazer, quanto por onde terminar seus estudos, que pode ser na PUCPR ou na Kent State University.

Palavra de quem conhece

Na época em que o Bruno Lange Beidacki ingressou na PUCPR, o American Academy ainda não existia, mas foi a excelência do programa de jornalismo que o fez buscar oportunidades na Kent University. Ao terminar a graduação, ele já vai engatar o mestrado em jornalismo com foco em Media Business, a partir de agosto, também na Kent State.

Bruno na Kent State (Foto: acervo pessoal)

“Existem muito mais oportunidades aqui. Além disso, o formato das universidades aqui te ajuda a se envolver mais e participar de mais atividades. Morar no campus ou pertinho também torna a experiência bem melhor, principalmente porque você mora perto de todos os seus amigos e colegas. Além disso, a cultura de fazer programas de mobilidade acadêmica em outros países, e participar de estágios de verão em Nova York e Los Angeles, por exemplo, acho incrível.”

Agora, ao saber do programa, ele acredita que as pessoas que querem expandir seus conhecimentos em âmbito internacional terão uma oportunidade sensacional. Além disso, para ele o programa tem o potencial de marcar o início de uma globalização do ensino superior no Brasil.

Quer saber mais? Acesse o site do programa aqui.

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